terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Cinema de amor

Esta semana tive a (in)felicidade de ver Twilight New Moon, durante o tempo do filme, deparei-me com todo um mundo de argumentos previsiveis, overacting (representar de forma exagerada, desculpem não arranjei um adjectivo em português :D) e adolescentes sem camisa, tudo isto rodeado por uma atmosfera de pieguisse exagerada. Não pensem com isto que não gosto de filmes de amor, mas o argumentista e o realizaor precisam de ver filmes como Science of Sleep ou Eternal Sunshine of a Spotless Mind.

Isto na mesma semana em que vi 500 days of summer, tal como New Moon não tem nenhuma historia por aí álem (aliás até menos original), é a velha história de rapaz conhece rapariga, mas ao contrário de Twilight o argumento é bom, o ritmo melhor ainda,(os saltos temporáis estão bem conseguidos), e mesmo tendo um orçamento muito inferior (e ja agora receitas) está muito à frente de New Moon.em termos de cinema de amor (no fundo queria que Twilight fosse ainda pior do que é, devido á publicidade não marecedora do primeiro, que confesso só consegui ver para aí 20 min do filme até desistir), sim porque apesar de tentarem apelar a uma audiência maior, com cenas de luta entre lobishomens e vampiros , o âmego do filme é (pelo menos tenta ser) o amor adolescente e é isso que este filme é, cinema adolescente, tal como um adolescente tenta se sobressair mas no fundo não traz nada de novo, tenta ser irreverente mas é mediano e está a anos luz de filmes de amor como os de Michel Gondry (Science e Eternal).

Atenção que esta é a minha opinião acerca do filme e não dos livros, os quais nunca li, mas segundo uma fonte próxima e de confiança são bons. :D

Deixo os traileres de Science of Sleep, Eternal Sunshine of the Spotless Mind e 500 days of Summer.



quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Mais boa música do norte


Timo Räisänen o que dizer deste sueco? Bem para além do seu ar de betinho assustadiço e desculpando o seu cabelo à emo, não as aves, mas aqueles pseudo-músicos com manias de superioridade sentimental, faz Pop/Indie de qualidade. Timo surgiu na cena musical Sueca já há algum tempo, e entre gravações de B-sides e covers de temas de grandes músicos como In Flames (Mirrorrs Truth) ou Radiohead (o cover que ele fez de Creep é fenomenal), lá foi lançando alguns álbuns, confesso que ainda não tive tempo de ouvir convenientemente os dois mais recentes (Love will turn you around de 2007 e And then theire was Timo de 2008). Mas desde de Lovers are Lonely (álbum de estreia) ele afastou-se do som pop, aproximando-se mais do Indie, mas na minha modesta opinião ele continua saudavelmente pop, ou pelo menos daquilo que a pop deveria ser, ele não tornou-se numa pega comercial (se bem que se formos a pensar todas as pegas são comerciais:D ). Do álbum I’m idian, há que fazer uma chamada de atenção à música com o mesmo nome, (ver 1º vídeo), e Let´s kill ourselves a son (ver 2º video). Finalmente para além dos dois vídeos acima referidos, deixo ainda uma actuação que teve com os grandes In Flames o tema Alias (do álbum A Sense of Purpose), actuação retirada de uma espécie de Grammy’s nórdicos se assim o quisermos chamar (ver 3º vídeo).



domingo, 11 de outubro de 2009

domingo, 27 de setembro de 2009

The Captain - videoclip


O som épico de "Biffy Clyro" (sim, mais um post relacionado com Biffy :D), não marecia outra coisa que não um vídeo igualmente épico e teatral, agora só falta aguardar pacientemente pelo álbum e para a remarcação do concerto, anterioremente marcado para dia 12 de Dezembro em Santiago Alquimista, adiado pois Biffy aceitaram abrir uma série de concertos para "Muse". O que dizer do vídeo? Apenas uma coisa rever, rever, rever....

sábado, 26 de setembro de 2009

The Libertines


Apesar da banda já ter terminado e não terem tido uma vida assim tão longa quanto banda (formaram-se em 97 e terminaram em 04) deixaram um marco na música Britânica, sendo até comparados por muitos a “The Clash” (curiosamente Mick Jones ex-guitarrista de The Clash foi o productor escolhido para o álbum intitulado “The Libertines”).

A banda segue a linha de pensamento do quanto mais simples melhor,soando até por vezes (propositadamente) a banda de garagem. Por vezes críticos e público em geral focavam-se mais na díficil relação de amor/ódio de Pete Dorothy (vocalista principal/guitarra) e Carl Barat (vocalista/guitarra) (relação que ao longo do tempo foi se detriorando sendo das principais razões do fim da banda, tornando-se um episodio em especíal famoso, quando Pete invadiu a casa de Carl para roubar uma guitarra ), era focando ainda a notória dependência de Pete e Carl a drogas, ou ainda a relação amorosa de Pete com a modelo Kate Moss. Mas no fim do dia o que vai (e deverá ) ser recordado é a música, pois quando tudo na vida corre mal a música pode ser o único apoio que resta, a nossa última linha de defesa.

A (In)sanidade de não ser louco

As maiores mentes deste mundo transbordam de locura e de sanidade .... Mas a verdade é que nós todos os restantes mortais receamos ultrapassar a ténua linha que separa a locura da sanidade ( que na verdade é ainda mais díficil de se demarcar do que possámos pensar à primeira, a solução passou então para a ideia de que, são é aquele que pensa e age da forma como os outros dele esperam). Pressão que leva então à tentativa de nos adaptarmos ao máximo à imagem que de nós é esperada, passar desprecebido, não levantar poeira é então a resposta óbvia.... Mas a verdade é que isto leva à criação de uma sociedade hómogénea e enfadonha. Independência na forma de pensar é tão importaante para a evolução do Homem como qualquer Gene o é.

O que teria sido se Nelson Mandela aceitasse a vida tal como era? O que seria se Ghandi aceitasse ser o que os britânicos queriam que fosse? E se Van Gogh ao se deparar com o fracasso cedesse da sua visão ?

Abraçemos a loucura , aquilo que nos torna singulares, mas como em tudo na vida “talk is cheap” o passar para a acção é o mais difícil.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

2day

"I sink in waters deep
Your presence kept me floating far from depths where secrets lie
Maybe in another lifetime I can be the first you meet (...)"


quarta-feira, 9 de setembro de 2009

"The Captain" video - novo single de Biffy

Nem vale a pena falar ainda mais de Biffy Clyro os gajos são enormes, e a verdade é que parece que o talento deles não se esgota. A diferença entre eles e tantas bandas que por aí andam (para além de um talento pouco comum) pode ser resumida num soundbite, que foi transcrito na edição da revista NME dedicado a eles "We want to be a fucking big band, not fucking big rockstars" e continuando esse pensamento não vão deixar de fazr música boa tão cedo. Para ouvir fica a versão acústica do novo single "The Captain"

domingo, 6 de setembro de 2009

Seasick Steve


Guitarras baratas, drum machines a se desfazerem, um ex-sem-abrigo com ouvido para o blues, são apenas algumas das coisas que podemos dizer acerca de “Seasick Steve”

Aos catorze fugiu dos abusos do padrasto , entre trabalhar em “Carnivals” e ser sem abrigo, Steve viu de tudo. Encontrou salvação na música, no blues à antiga, manteve-o são e serviu para ganhar alguns trocos. Actua muitas vezes com uma guitarra completamente desfeita, com apenas três cordas (que estão nas posições erradas) que ele orgulhosamente auto-proclama como sendo a pior guitarra do mundo, actua ainda com um “1 string diddley bo” (basicamente é uma corda de guitarra esticada característico do Mississippi).

De acordo com ele a música actual não é excitante, é enfadonha e demasiada ostentosa. A sua sonoridade por vezes é de difícil digestão, talvez pelo facto de estarmos habituados á tal organização e limpeza no nosso dia-a-dia. Seu albúm de estreia a solo chama-se “Dog House Music” (havia gravado anterioremente com uma banda Sueca ) muito se pode dizer tanto de bem como de mal deste álbum , mas de forma alguma poderemos negar o quão pessoal é. Steve vive actualmente na Noruega com a sua esposa.


quinta-feira, 3 de setembro de 2009

BIFFY CLYRO - Santiago Alquimista 12/12/2009

Biffy têm "That Golden Rule" e eu tenho That Golden Ticket , pois é, já sou um dos felizes detentores de um bilhete para o concerto. Como díria um qualquer apresentador de totoloto DIA 12 ANDA À RODA!!! :D
Aqui fica a prova

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

House MD

Para quem não sabe das séries actuais a minha favorita será House MD, simplesmente é um personagem bem escrito e diferente de tudo o que se via por aí, muito devido ao enorme talento de Hugh Laurie (também para quem não sabe, ele entra na série Black Adder à qual já postei acerca ), e a verdade é que este personagem fez sucesso , tanto que já surgiram séries a tentar copia-lo e falharam miseravelmente. Mas apesar de gostar muito da série eles percorriam o perigoso caminho de não variar e correr o risco de basicamente fazer o mesmo episodio repetidamente, até que no final da 5ª temporada deixaram no ar a possibilidade que a série se iria reiventar. E pelo teaser parece que é mesmo isso que vai acontecer, esperemos que a sexta temporada seja tão boa quanto promete. Ahhh e destaque ainda para a música escolhida para este teaser, “Grounds for divorce” dos britânicos “Elbow”

terça-feira, 1 de setembro de 2009

The Tallest Man on Earth

Mais boa música do Norte da Europa, penso que vou passar boa parte do meu tempo livre a ouvir o Sueco “The Tallest Man on Earth” , um músico folk , com uma voz tão brutal quanto singular, letras bem trabalhadas, assim como uma guitarra que nos prenche os tímpanos e nos arrepia a pele.

Foi díficil selecionar apenas uma canção para ser postado, então optei por dois, que se mostrou igualmente díficil, por fim optei por postar, uma gravação que fez para um programa de rádio do tema “Where Do My Bluebird Fly” (vídeo de cima) (a parte "I could drown in your kerosene eyes" recorda-me alguém), e outra gravação nos campos suecos com o tema “Honey Wont You Let Me In” (vídeo de baixo). Ia colocar ainda o videoclip para “It will Follow the Rain” mas isso ficará para vossa pesquisa (vale a pena ver).



sábado, 22 de agosto de 2009

Dying is Fine

Muitas bandas têm emergído no Indie Rock, esta semana deparei-me com Ra Ra Riot , ja tinha o álbum há algum tempo , mas esta semana peguei nesse mesmo álbum e houve um título que me chamou a atenção “Dying is Fine”, o título prometia e a música cumpriu , bem elaborada instrumentalmente, o vocalista apesar de não ter uma excelente voz (está milhares de anos luz atrás de Simon Neil, mas quem não está?) mas sabe o que fazer ou não com ela.

De referir ainda o facto da banda já se ter “cruzado” com a morte, o baterista original morreu após ter sido dado como desaparecido pouco após um concerto, apesar da morte do membro a banda decidiu continuar, pouco tempo depois assinaram contrato discográfico.

Para ouvir fica a intrepretação que fizeram do tema “Dying is Fine” , para "Blogotheque", um projecto Françês que ja referi (por exemplo no post de "Beirut"), basicamente passa pelas bandas incorpurarem as pessoas, os sons, as sensações, o espírito da cidade (quase sempre Paris), na música. De referir ainda, o videoclip original para esta música que visualmente está bem concebida.


segunda-feira, 17 de agosto de 2009

As coisas acontecem sempre por uma razão?

Farto-me de ler por aí que tudo acontece por uma razão, Yeah right... Pois sim... em bom velho tuga (acentuem ao máximo a cariz sarcástica da afirmação). As coisas acontecem, porque simplesmente acontecem, qual destino , qual caminho inter-estrelar pré-fabricado por uma razão, qual quê? Como diria e bem um certo Dr House, as pessoas estão destinadas a sofrer, o segredo passa por TENTAR evitar o número de vezes que sofremos (muitas vezes personagens fícticias estão mais por dentro da realidade que os reais). Basicamente o motivo de toda esta miséria, pode ser resumida ao egoísmo humano. Mas se quisermos manter uma visão positiva, se é o Homem que causa sofrimento ao Homem, então ele poderá inverter essa tendência.

Para ouvir e a propósito do que escrevi, deixo um (exelente) cover que “In Flames” fizeram ao tema “Land of Confusion” dos “Genesis”. A banda britânica consegiu escrever uma boa letra, mas “In Flames” injectaram a paixão e a “violência” que a letra precisava.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Biffy, contagem decrescente até Dezembro

Disseram-me (domo arigato Shark) que Biffy vão actuar em Lisboa em Dezembro deste ano, logo é uma tão boa desculpa como outra qualquer para postar ainda mais vídeos de Biffy Clyro. Como tal deixo abaixo quatro músicas (todas de concertos naturalmente) uma de cada álbum, escolhidas aleatoriamente (pois quiasquer outras seriam igualmente boas). Ahhh e só digo mais uma coisa EU TENHO DE ESTAR LÁ :D .


“Justboy” do album “Blackened Sky” (2002)


“Bodies in Flight” do album “The Vertigo of Bliss” (2003)


“There's No Such Thing as a Jaggy Snake” do album "Infinity Land" (2004)



“Saturday Superhousedo album “Puzzle" (2007)

The Land

Free fall, an awaken dream

In this land of real make believe

Looking… no sane exit it seems

Surrounded by an ever growing hole

In range, it has overpowered every soul

And looks down on those who live in abnegation

Seems like the ones whom escape that cold stare

Remorselessly don’t seem to care

Passing through ignoring the ache

Easier to over-look that caliginous snare

From which the looked upon shall rise

and conquer the land of real make believe


P.S.- Ainda está em progressão

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Trigger

Welcome mr. Anders Fridén e companhia. Como diria um qualquer apresentador de domingo à tarde , imagens valem por mil palavras, e então uma sequência de imagens (para aí umas 32 por segundo) devem valer 32 000 palavras, e então uma sequência com som vale para aí umas 34 257 palavras , íncluindo palavras como orangotango, pseudopodes e mercúrio (o ferro não o planeta, como poderam constatar pela falta de letra maiúscula).

Podia deixar tantos videos de "In Flames" , para já deixo um concerto e um videoclip. Em concerto (1º vídeo) temos “Pinball Map”, que me recorda o Verão e os saudosos tempos de Saxo, quase sem gasolina a atingir distâncias Fisicamente impossíveis.

O videoclip que deixo é “Trigger” (2º vídeo) primeiro e na falta de melhores palavras é brutal , segundo pelo video e pela letra, todos procurámos a razão de estarmos sós, aqui somos lembrados que mais vale esquecermos todas as merdas que nos aprisionam e agarrarmo-nos a algo que nos eleve e liberte.



segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Humor na tv


Fawlty Towers



Black Adder

Ultimamente não tem saido grades séries de comédia, lá vão os tempos de grandes séries como “Allo-Allo” (quem não conhece), “Black Adder”(com uma das melhores finais de sempre), ” Fawlty Towers” (só o facto de ter John Cleese “Monty Python”, já é um indício de ser bom) todas Britânicas, todasexcelentes. Até mesmo em Portugal surgia boa comédia, “Herman Enciclopédia” é um exemplo de tal , nos tempos em que Herman José fazia bons programas, pessoalmente a comédia dele constava na cor do cabelo , quanto mais claro fica pior são os seus programas. Actualmente em Portugal há que fazer referência sêm dúvida ao "Programa do Aleixo" que trouxe algo de novo ao repetitivo panorama Nacional.

Mas existem ainda algumas comédias decentes “Little Britain” (as primeiras temporadas têm os seus momentos, mas a série peca por ser demasiado repetitiva), ou “The Office” (Ricky Gervais é sem dúvida um grande argumentista de humor). Há pouco tempo descobri um programa Australiano, “Chasers War on Everything”, que emitiu apenas três temporadas (tiveram inclusive problemas com algumas das suas proezas , ver notícia AQUI), quando vi pela primeira vez pensei , finalmente alguém que está novamente a empurrar as barreiras da comédia, vale ver pela sua ousadia.


Abaixo fica ainda "Chasers War on Everything"



terça-feira, 28 de julho de 2009

Beirut



Já era tempo de eu falar de Beirut, alguém me fez ver isso esta madrugada (lol) , Zach Condon vocalista e fundador de Beirut é o homem por detrás do projecto e é um assumido apaixonado por Paris e pelas diferentes culturas que por lá descobriu , em especial a música Balcã e de toda a região do Leste Europeu , que é bem audível na sua música. Zach Condon é natural dos Estados Unidos , e entre regressos e desistências da escola , fez uma viagem pela Europa onde descobriu esta sonoridade. Ahhh um aspecto interessante é o facto de ele ter estudado português, talvez devido ao facto de tocar Ukulele, que tem origem na braguinha que foi levado por emigrantes madeirenses para o Havai, onde fundiu-se com a música local para além do ukelele, Zach toca trompete, ou mesmo uma concha (audível em algumas músicas).

Para ouvir deixo o grande tema e primeiro videoclip oficial da banda “Elephant Gun” (ver vídeo acima) abaixo uma actuação de “Nantes” nas ruas de Paris, actuação esta retirada de “Take Away Show”.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

TGR

Finalmente o videoclip para "That Golde Rule" de Biffy Clyro, canção esta sobre a qual já postei anterioremente, consultar "That Golde Rule"

"Devil in a Midnight Mass"


Billy Tallent é uma banda canadiana, que de acordo com os mesmos são influênciados por vários géneros. Mas eu os vejo primordialmente como uma banda Punk, em especial se ouvirmos músicas como “Red Flag” com toda a sua rebeldia e anarquismo, tão característico da cena punk.O video acima é retirado do DVD do concerto que deram em Brixton (Inglaterra), tem “Devil in a Midnight Mass”seguido de “Red Flag”.

Mas agora a falar na música que me levou a postar “Devil in a Midnight Mass” ela é sobre um padre católico de Boston (Estados Unidos) acusado de pedofilia, onde a igreja limitou-se a destaca-lo para outras paróquias, sempre que surgissem suspeitas e rumores. Finalmente foi levado a tribunal , onde foi acusado de molestar 150 crianças ao longo de trinta anos de prática. Após ser condenado acabou por ser morto por outro preso , após este ter descoberto o crime praticado.

O vocalista de “Billy Talent” diz que quando escreveu a música não pretendia atacar a igreja católica , concordo com esta sua visão, pois na verdade não podemos culpabilizar toda uma instituição pelo erros de alguns, o que não da para entender é a acção tomada por parte da igreja em fechar os olhos ás várias acusações , a meu ver esta é a principal razão da imagem negativa, que a igreja católica actualmente tem (em especial nos Estados Unidos), pois já por várias vezes padres acusados de pedofilia (antes de serem formalmente acusados na justiça) foram apenas mudados de paróquia. Se podemos advogar que um homem é inocente até ser provado contrário, de forma alguma crianças poderão ser colocadas em perigo, a igreja deveria ser a primeira a tomar acções. Ao surgirem indícios, deveria ser a primeira a tomar medidas e afastar esses mesmos padres da trabalhar junto da comunidade em especial junto a crianças, até ser provado a sua inocência ou culpa.

Deixo a lertra abaixo, destacando o verso “He prayed behind stained glass” este verso é em especial bem escrito , ele rezava por detrás de um vidro manchado, “prayed” assim escrito é rezar mas “preyed” é caçar, é fazer algo sua presa, apesar de escrevem-se de forma diferente são pronunciadas da mesma forma.


“Yeah !

A devil in a midnight mass,
He prayed behind stained glass
A memory of Sunday class
Resurrected from the past

Hold your breath and count to four
Pinky swears don't work no more
Footsteps down the hallway floor
Getting closer to my door
I was alive but now I'm singing

Silent night for the rest of my life
Silent night for the rest of my life
Violent knight at the edge of your knife
"Forgive me Father!" won't make it right
Silent night for the rest of my life
Silent knight at the edge of your knife
You're Guilty!

A devil in a midnight mass,
killed the boy inside the man
The holy water in his hands
Can never wash away his sins

Hold your breath and count to four
Pinky swears don't work no more
Put my trust in God that day
Not the man that taught his way
I was alive but now I'm singing

Silent night for the rest of my life
Silent night for the rest of my life
Violent knight at the edge of your knife
"Forgive me Father!" won't make it right
Silent night for the rest of my life
Silent night at the edge of your knife
You're guilty

Whisper, whisper, don't make a sound
your bed is made it's in the ground (x6)


sábado, 25 de julho de 2009

A beleza do clássico

Para quem não sabe o género metal tem origens na música clássica , por isso não é de estranhar que surgam projectos como os finlandesesApocalyptica, músicos com formação clássica que intrepretam metal. Iniciaram a carreira com um albúm de covers de Mettallica (ver vídeo abaixo em que intrepretam “The Unforgiven”), posterioremente fizeram covers a bandas como Sepultura ou Pantera, mas também lançaram albúns de originais, sendo o mais recente o de 2007 “Worlds Collide”, que para ser honesto foi algo decepcionante.


Mais recentemente deparei-me com um projecto americano patricionado pela Vitamin Records, que e de acordo com os mesmos fazem tributos a “algumas” bandas de metal e não só, sendo a lista de bandas enorme (e é mesmo enorme) desde AC/DC, Led Zeppelin, Guns’n Roses, Nirvana, Queen , Iron Maiden, Linkin Park, Dragon Force, My Chemichal Romance, Red Hot Chilli Peppers, Him, Staind, Incubus, Muse (ver intrepretação de “New Born” mais abaixo)... Sendo que a música é intrepretada por quartetos de cordas (comum de se ver em música clássica, composta normalmente por um arranjo de dois violinos, um violoncelo e uma viola de arco) sendo que o quarteto é composto por músicos convidados que vão alternando de álbum para álbum. Muitas músicas não estão bem concebidas , mas no geral vale a pena arranjar nem que seja só pelo tributo à vossa banda favorita, no entanto fica a questão para quando In Flames e Biffy Clyro?


Para ouvir deixo ainda e para quem ainda pensa que metal e o “clássico “ são incompatíveis, Metallica e a Orquestra de São Francisco, numa genial intrepretação de “Master of Puppets”. Tenho que admitir que é das minhas canções favoritas de Metallica e o primeiro solo desta música é das minhas favoritas de qualquer solo, arrepio-me sempre ao ouvi-lo e sim (e sei que vou ser gozado por isto :D ) admito que já várias vezes vieram-me lágrimas aos olhos ao ouvir esse solo...

quarta-feira, 22 de julho de 2009

"Six Day War"



Tenho de ser honesto , como tantos conheci esta música a partir de um versão feita pelo dj Shadow, que ouvi na banda sonora de um filme, mas a letra chamou-me a atenção. Descobri então a versão original que é arrepiante tanto pela simplicidade da melodia como pela dureza da letra, foi lançada em 1971 pela banda de rock de Liverpool Colonel Bagshot”.

Já em relação à versão do DJ Shadow, se por um lado podem afirmar que ele tornou a música mais contemporânia, mas de forma alguma é melhor que a original, basta ver o videoclip do tal Dj (pois a meu ver mostra muito acerca da intrepretação que o artista faz da música),e é simplesmente decepcionante, pois ele agarrou nesta música e transformou-a num pseudo-drama, acerca de uma relação amorosa que durou seis dias, o que na verdade é como transformar In Flames em Lordes (para quem não sabe são uns músicos pimba de São Vicente). Pois a original é acerca da “guerra dos seis dias” que decorreu de 05 de Junho de 1967 a 10 de Junho do mesmo ano, entre Israel e três países vizinhos Egipto, Síria e Jordânia. Após a guerra Israel ocupou e passou a controlar regiões como a faixa de Gaza, a Cisjordânia, Jerusalém Ocidental , a Península de Sinai. Só em baixas do exército houve: 800 soldados Israelitas, 9800 soldados Egipcios, 700 Jordanos, e 2500 soldados Sírios.

Podia terminar com uma reflexão da guerra e de como tão pouco mudou ao longo dos anos, tornando esta letra intemporal, em vez disso deixo a letra da música, deixando a reflexão para quem a lê.

"At the starting of the week
At summit talks you'll hear them speak
It's only Monday
Negotiations breaking down
See those leaders start to frown
It's sword and gun day

Tomorrow never comes until it's too late

You could be sitting taking lunch
The news will hit you like a punch
It's only Tuesday
You never thought we'd go to war
After all the things we saw
It's April Fools day

Tomorrow never comes until it's too late

We'll all go running underground
And we'll be listening for the sound
It's only Wednesday
In your shelter dimly lit
Take some wool and learn to knit
Cause it's a long day


Tomorrow never comes until it's too late

You hear a whistling overhead
Are you alive or are you dead?
It's only Thursday
You feel a shaking on the ground
A billion candles burn around
Is it your birthday?

Tomorrow never comes until it's too late

Although that shelter is your home
A living space you have outgrown
It's only Friday
As you come out to the light
Can your eyes behold the sight?
It must be doomsday

Tomorrow never comes until it's too late

Ain't it funny how men think
They made the bomb, they are extinct
It's only Saturday

I think tomorrow's come I think it's too late
I think tomorrow's come I think it's too late
Think tomorrow's come I think it's too late"

domingo, 19 de julho de 2009

“Diarios de Motocicleta” - Uma viagem que marcou um homem, um homem que marcou o mundo.


“Diarios de Motocicleta” (2004) é simplesmente dos melhores filmes feitos. Trata da famosa viagem de motociclo dos dois amigos Argentinos Ernesto "Che" Guevara e Alberto Granado pelo continente Sul Americano. O então estudante de medicina “Che” e seu companheiro de viagem e recém licenciado bioquímico depararam-se com todo um Continente empobrecido e de gente explorada, situação que o levou a repudiar o Imperialísmo. Alguns dos episódios marcantes para “Che” recriados neste filme podemos destacar a visita a uma idosa nas portas da morte em que ele tem nocção que nada poderá fazer, quando conhece e se depara com as condições de mineiros de Chuquicamata (Chile), a colónia de leprosos em San Pablo (Perú) onde fez voluntariado juntamente com Alberto.

Filme com fenomonais intrepretações tanto de Gael García Bernal no papel de “Che” (aliás já nos habituou a grandes intrepretações recordo “Amorres Perros”, “La science des rêves”, “Babel”) como de Rodrigo De la Serna ( recordo-me de uma outra excelente intrepretação sua em “Crónica de una Fuga”), outro ponto alto do filme é a sua banda sonora, sendo que ganhou inclusíve um Óscar para melhor canção original pelo tema “Al otro lado del río” de Jorge Drexle.

Uma viagem que mudou um homem, levando-o a lutar pelas suas convicções ,conhecida é a sua importância na revolução Cubana, mas “Che” tomou ainda acções de guerrilha anti-Imperialistas em locais como o Congo ou a Bolívia ( onde acabou por ser captorado e morto aos 39 anos pelo exército Boliviano com alegado concentimento da CIA).

Mas o que poderemos realmente levar da vida de Che, não poderemos certamente concordar com todas as suas acções. Li uma vez um comentário acerca de “Che” que considero ser o âmego para a sua compreensão era algo do género , “Ernesto não foi uma figura celestial nem o contrário é verdade”, como homem esteve condicionado a fazer bem assim como fazer o mal. Com a sua morte, muitos só passaram a ver uma dessas facetas, vejamos-o simplesmente como homem, homem que viu o que a ganância humana é capaz, homem que viu o perigo da indiferênça, homem que acreditou que poderia marcar a diferença.

Muito mais importante que as suas acções foi sem dúvida a sua “viagem” e o seu abrir de olhos em relação à sociedade., tenhamos essa capacidade de ver o que está de mal na sociedade, mas não esqueçamos a outra face que a sociedade por vezes apresenta.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

“El Labrinto del Fauno” – Reino real ou refúgio à realidade?


Guillermo del Toro brinda-nos com este magnífico filme ,que dirige e escreve.

“El Labrinto del Fauno” é simplesmente um daqueles filmes que têm de ser vistos, é um exemplo daquilo que eleva cinema a arte, é exemplo ainda de como o cinema mexicano , é sem dúvida actualmente dos melhores do mundo.

Belas intrepretações destacando-se: Ivana Baquero no papel de Ofelia, uma adolescente que vê-se obrigada a ir viver com sua mãe num acampamento onde seu padrasto o macábro Capitão fascista Vidal (muitíssimo bem intrepretado por Sergi López, destaco ainda Maribel Verdú no papel de Mercedes e Ivan Massagué como Tarta). Nesse mesmo acampamento Ofelia comhece um Fauno que lhe apresenta a todo um novo reino, da qual el é princesa, mas para lá chegar terá que passar por três testes. O mundo fantasioso a que Guillermo já nos habituou, neste filme está absolutamente genial, não caíndo em exageros de maior tornando-o tão mais credível. Desataque ainda para a boa caracterização tanto do Fauno como do Homem Pálido.

SE AINDA NÃO VIU O FILME NÃO LEIA A PARTIR DAQUI ATÉ O FAZER :D

O final deixa-nos a opcção de aceitarmos a fantasia como sendo real , ou se quisermos realmente aceitar a realidade de que nada passou que não um mecanismo de defesa de Ofelia para escapar à dura realidade em que se encontrava. Uma nova visão do pós guerra Cívil Espanhol, onde ocorrem batalhas entre republicanos e o exército fascista espanhol, Guillermo não dá destaque às batalhas em si, mas sim destaca aquilo que a guerra transforma os Homens em.

Tudo isto numa época em que o mundo está imerso em sangue e medo (decorre a 2ª Guerra Mundial), vemos a fantasia de uma criança permitir-lhe escapar de todos os horrores que acontecem à sua volta. É uma dura visão do rídiculo que é a guerra, e deixa-nos com um nó na garganta durante dias...

Reino Unido, andam a deitar alguma coisa na água...

O que dizer acerca do Reino Unido? No mínimo é um terreno propício a grandes bandas, basta ver o histórial: Led Zeppelin, Queen, Iron Maiden, The Clash, The Who, Dire Staits, Pink Floyd, Rolling Stones, The Cure... só para referir alguns.

Daí a minha teoria que vossa majestade é uma roqueira e que descobriu alguma fórmula mágica do rock nas catacumbas do Palácio de Buckingham, e anda a espalha-la no sistema de águas de toda o Reino Unido. E a verdade é que a fórmula tem vindo a ser aprefeiçoada, pois surgiu no passado recente grandes senhores como Radiohead, Muse, e claro os inigualáveis Biffy Clyro.Que cimentaram o Reino Unido como um dos maiores productores de música de qualidade. Surgiram ainda bandas como Arctic Monkeys, The Edditors, Bloc Party, The Libbertines, People In Planes que ja alcançaram sucesso (talvez dos referidos os que tiveram menos sucesso são mesmo People in Planes) mas atenção que não quero com isto dizer que sucesso é equivalente a qualidade.

Qualidade esta que ainda surge em bandas de pop (pop-rock), que dão o “ar da sua graça” (de repente transformei-me no António Sala com esta expressão) recordo-me de por exemplo Blur, Oasis ou Coldplay que conseguem surpreender (se bem que coldplay tendem a copiar riffs e melodias de outras bandas).

Pelo que se a minha teoria da raínha estiver correcta, então concordo com o hino Inglês “God Save the Queen”.


P.S.- Como sugestão para ouvir (ver video abaixo), deixo um cover que Muse fizeram a “Please Please Please Let Me Get What I Want” de The Smiths (sim ambas as bandas são Britânicas :D ), o que dizer desta música, é simplesmente muito boa, a letra mesmo parecendo simples é profunda, aqui Muse conseguiram acompanhar a angústia da letra com guitarras que parecem sofrer.

O que se fazia de bom no Nu metal


Já la vão uns bons dez anos desde que ouvi o tema de Deftones “My Own Summer (shove it)”, (ver video acima), na altura a musica não era muito recente, pois é retirado do albúm “Around the Fur” de 1997. Ainda me recordo que ouvi a música num jogo de Skate para consola, era um jogo sem sucesso que como não podia competir com títulos como “Tony Hawk pro skater”, apostaram na banda sonora, de onde se podia ouvir este tema, ou ainda “Push it ” de Static-X. Foi a partir daqui que comecei a prestar mais atenção ao metal e ao rock se assim o quisermos chamar, (se bem que mesmo antes ouvia Nirvana graças à minha irmã, props Mich) consegui inclusive arrastar alguns dos meus amigos para este “novo” som.

Comecei a minha demanda que se inicou por bandas de Nu-metal, assim surgiram Korn, Slipknot, Drowning pool, Rage Against the Machine, Limp Bizkit, P.O.D. , Linkin Park (cujos primeiros dois albuns “Hybrid Theory” e ”Reanimation” são os que se pode aproveitar) entre outros, pelo que comecei a apreciar e celebrar o facto de ouvir música que a grande maioria de alunos da escola não ouvia (à excepção de Linkin Park cujo sucesso foi enorme).

Regressando a Deftones sempre apreciei o sonoridade mais obscura por assim dizer, em grande parte graças à forma de Chino cantar. Conseguindo fazer tanto músicas como esta “My Own Summer (shove it)” como umas mais calmas como o grande tema “Digital Bath” (ver video abaixo) ou “Change” e mesmo “Shut up and drive (far away)” sempre com uma sonoridade algo sinistra.

Apesar daquilo que muitos dizem em blogues e forums na net, de que Nu metal "é coisa pa putos" eu ainda ouço e aprecio estas bandas , pois para mim foi aqui que tudo começou...


domingo, 12 de julho de 2009

Into the wild – “When you want something in life, you just gotta reach out and grab it.”

Sean Pean, após se provar como grande actor em filmes como “Mystic River”, “21 Grams” ou “I am Sam”, sendo que mais recentemente ganhou finalmente um óscar pela sua intrepretação em “Milk” (que ainda não tive oportunidade de ver), senta-se na cadeira de realizador e faz uma estreia em grande.“Into the Wild” é baseado na história verídica de Chris McCandless um jovem de uma família abastada , que abandona riquezas e parte rumo a Alasca numa demanda para se encontrar. Argumento muito bem adaptado, visualmente é arrbetador mostrando grandes planos da América do Norte, brilhante intrepretação por parte de Emile Hirsch que já havia demonstrado aptidões de ser um bom actor em “Alpha Dog”, pelo que nesta intrepretação faz nos esquecer que é um actor e se torna em Chris McCandless, outras boas intrepretações temos o de William Hurt (como Walt McCandless o pai de Chris) temos ainda Hal Holbrook (como Ron Franz um idoso isolado do mundo) ou mesmo Vince Vaughn (como Wayne Westerberg amigo e patrão de Chris) que apesar de não brilhar devido ao papel em si, é bem intrepretado. Importante referir ainda a banda sonora do filme, que toda ela foi feita por Eddie Vedder (Pearl Jam) que consegue captar a essência, a importância, os altos e baixos da viagem de McCandless assim como as suas emoções, em especial com temas como “Hard Sun”, “Society”, “Rise, ” “Long Nights ” e “No Ceilling” (a cena do filme em que esta música surge é no mínimo arrepiante, em que realmente sentimos a sua alegria e liberdade).

Mas chega do filme, cuja essência é Chris McCandless. Mais importante é o porquê da sua busca? Viagem esta ( a busca de si ) que todos deveríamos realizar, de forma a conhecrmo-nos melhor ao mesmo tempo conhecendo melhor o Homem. Reflectir acerca da nossa existência, do lugar que ocupámos, ter a capacidade de olhar para a sociedade e dizer, Não! isto está mal. Não confundámos isto com ausência de leis, mas sim a capacidade de ver o que está de bem e mal com a sociedade melhorando-a ou pelo menos melhorar-nos a nós , não nos conformemos pelo simples facto de não nadar contra a maré. Nunca esqueçamos que existe algo muito mais importantes que dinheiro neste mundo, há muito mais para dar aos outros que não material , há a inigualável força do espírito humano


sábado, 11 de julho de 2009

Há bandas e há bandas sonoras.

Há bandas e há bandas sonoras, a verdade é essa. Existe música que ouvimos e gostámos ou não, no entanto existem outras que se elevam a banda sonora, marcam uma emoção , um momento , um estado, uma pessoa.

Vendo bem há muitos albuns que me marcaram, por vezes até nem pela qualidade da mesma ou sequer da banda, mas pela emoção que imprimem, por aquilo a que nos permitem ou permitiram: aceitar a dúvida, esquecer, encarar o dia, sobreviver...

Passo a exemplificar, recordo-me de um álbum de All That Remains intitulado “The Fall of Ideals”, é um album grandioso? Nem por isso. Noutras circunstâncias poderia até me passar ao lado , assim o é, que até passou, pois haviam-me emprestado o álbum (props ao Shark) e só o ouvi realmente passado meses. Não me intrepetem mal, adoro o álbum e All That Remains é uma banda sólida, e apesar de não serem extroardinários, marcaram um período da minha vida. Ainda hoje tenho dificuldades em ouvir o álbum sem ser sugado para esse período, é um álbum que não sou capaz de ouvir de ânimo leve, pois canções como “Not alone”, “This callng”, “Whispers (I hear you)”, “Six”, “The air that i breath”elevaram-se a hinos.

Acredito realmente na força da música, sei que soa um tanto ou quanto piegas, mas a verdade é que o Homem molda a art ,mas é também moldado por ela.