sábado, 11 de julho de 2009

Há bandas e há bandas sonoras.

Há bandas e há bandas sonoras, a verdade é essa. Existe música que ouvimos e gostámos ou não, no entanto existem outras que se elevam a banda sonora, marcam uma emoção , um momento , um estado, uma pessoa.

Vendo bem há muitos albuns que me marcaram, por vezes até nem pela qualidade da mesma ou sequer da banda, mas pela emoção que imprimem, por aquilo a que nos permitem ou permitiram: aceitar a dúvida, esquecer, encarar o dia, sobreviver...

Passo a exemplificar, recordo-me de um álbum de All That Remains intitulado “The Fall of Ideals”, é um album grandioso? Nem por isso. Noutras circunstâncias poderia até me passar ao lado , assim o é, que até passou, pois haviam-me emprestado o álbum (props ao Shark) e só o ouvi realmente passado meses. Não me intrepetem mal, adoro o álbum e All That Remains é uma banda sólida, e apesar de não serem extroardinários, marcaram um período da minha vida. Ainda hoje tenho dificuldades em ouvir o álbum sem ser sugado para esse período, é um álbum que não sou capaz de ouvir de ânimo leve, pois canções como “Not alone”, “This callng”, “Whispers (I hear you)”, “Six”, “The air that i breath”elevaram-se a hinos.

Acredito realmente na força da música, sei que soa um tanto ou quanto piegas, mas a verdade é que o Homem molda a art ,mas é também moldado por ela.


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