sábado, 26 de setembro de 2009

A (In)sanidade de não ser louco

As maiores mentes deste mundo transbordam de locura e de sanidade .... Mas a verdade é que nós todos os restantes mortais receamos ultrapassar a ténua linha que separa a locura da sanidade ( que na verdade é ainda mais díficil de se demarcar do que possámos pensar à primeira, a solução passou então para a ideia de que, são é aquele que pensa e age da forma como os outros dele esperam). Pressão que leva então à tentativa de nos adaptarmos ao máximo à imagem que de nós é esperada, passar desprecebido, não levantar poeira é então a resposta óbvia.... Mas a verdade é que isto leva à criação de uma sociedade hómogénea e enfadonha. Independência na forma de pensar é tão importaante para a evolução do Homem como qualquer Gene o é.

O que teria sido se Nelson Mandela aceitasse a vida tal como era? O que seria se Ghandi aceitasse ser o que os britânicos queriam que fosse? E se Van Gogh ao se deparar com o fracasso cedesse da sua visão ?

Abraçemos a loucura , aquilo que nos torna singulares, mas como em tudo na vida “talk is cheap” o passar para a acção é o mais difícil.

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